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Exército Brasileiro
Exército Brasileiro - Braço forte, Mão amiga
(Fonte: www.exercito.gov.br)


6- As Armas, os Quadros e os Serviços do Exército Brasileiro


Artilharia (Arma)

 (Foto: Artilharia hoje – acervo do Exército)

A Artilharia do Exército Brasileiro é o principal meio de apoio de fogo de que dispõe a Força Terrestre e tem como características a rapidez e a precisão para destruir ou neutralizar os alvos inimigos localizados no campo de batalha – sejam eles terrestres ou aéreos.

Essa arma possui uma gama variada de materiais que equipam suas organizações militares para o cumprimento das missões de apoiar pelo fogo as armas-bases (Infantaria e Cavalaria), realizar a defesa antiaérea e defender a costa.  Além disso, vem aperfeiçoando, com o apoio da informática, seu Sistema de Levantamento Topográfico, Busca de Alvos, Observação e Direção de Tiro.

Acompanhando a evolução dos tempos, organiza-se em três ramos: de Campanha, Antiaérea e de Costa.

A Artilharia de Campanha é o principal meio de apoio de fogo da Força Terrestre. Suas unidades e subunidades podem ser dotadas de canhões, obuses, foguetes ou mísseis. Tem por missão apoiar a arma-base pelo fogo, destruindo ou neutralizando os alvos que ameacem o êxito da operação.

A Artilharia Antiaérea, componente terrestre da defesa aeroespacial ativa, realiza a defesa antiaérea de forças, instalações ou áreas.

A Artilharia de Costa participa da defesa das águas nacionais contra operações navais inimigas em áreas marítimas próximas ao litoral ou em águas interiores. Suas características são a precisão e a rapidez para destruir ou neutralizar as instalações, os equipamentos e as tropas inimigas localizadas em profundidade no campo de batalha.

Distinguindo-se pela meticulosidade e organização, o sargento artilheiro prima pela rapidez e precisão com que executa as missões.


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Cavalaria (Arma)

 (Foto: A tradição - acervo do exército)

A Cavalaria, rápida e flexível em suas manobras, é empregada à frente dos demais integrantes da Força Terrestre no início das operações cumprindo missão de reconhecimento e segurança, buscando informações sobre o inimigo e sobre a região das operações.

Seus elementos podem ser blindados, mecanizados e de guardas. Participa do cerimonial com escoltas mecanizadas e a cavalo.

Desenvolve ações ofensivas e defensivas aplicando suas características básicas: mobilidade, potência de fogo, ação de choque, proteção blindada e sistema de comunicações amplo e flexível e que lhe conferem, atualmente, grande importância no campo de batalha tridimensional e não linear - cada vez mais letal e dinâmico.

Hoje, existem três regimentos de Cavalaria de Guarda (em Porto Alegre, no Rio de Janeiro e em Brasília); as brigadas de Cavalaria Mecanizada e Blindada; os regimentos de Cavalaria Mecanizado nas divisões de exército; e regimentos de carros de combate nas brigadas de Infantaria Blindada. A Força adquiriu novos carros de combate, os blindados M 60 A3 TTS, norte-americano, e o Leopard 1A1, alemão, de procedência belga, dando seguimento à modernização da Cavalaria brasileira.

... Modernização, desenvolvimento de uma doutrina de emprego eficaz e adestramento duro e realístico dessas forças constituem motivo de constante preocupação e elevada prioridade para todos os exércitos do mundo”. (Fonte: www.exercito.gov.br)

O sargento cavalariano destaca-se pela iniciativa, coragem e responsabilidade porque a Cavalaria é a arma combatente das manobras rápidas e flexíveis.


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Comunicações (Arma)

 (Foto: Estímulo – acervo do Exército)

A Arma do Comando Comunicações ocupa-se dos sistemas de comunicação entre os diversos escalões e cumpre a finalidade de apoiar o exercício do comando e do controle. Operacionaliza a comunicação entre os escalões mais altos e seus subordinados antes, durante e após as operações.

O ciclo básico da tomada de decisão é deflagrado a partir dos estímulos recebidos do ambiente. O centro decisório, após detectar, comparar, analisar, decidir e agir, reage ao ambiente para restabelecer a situação desejada.

Além disso, atua no controle do espectro eletromagnético por meio das atividades de Guerra Eletrônica para impedir ou dificultar as comunicações do inimigo, facilitar as próprias comunicações e obter informações.

O Sistema de Comando e Controle (SC2) como parte integrante desse processo precisa ser operado em tempo compatível e que assegure a oportunidade na tomada de decisão. O funcionamento eficaz do SC2 é responsabilidade do comandante.

O sargento comunicante distingue-se pela responsabilidade e zelo.


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Engenharia (Arma)


(Foto: No mapa acima, estão assinaladas as organizações militares de construção e os batalhões de combate – acervo do exército)


A Engenharia Militar tem como missão principal apoiar a mobilidade, a contra mobilidade e a proteção, caracterizando-se como fator multiplicador do poder de combate uma vez que, nos campos de batalha, repara ou destrói pontes e estradas, elimina ou lança obstáculos e apóia a tropa na transposição de cursos d’água. Em todo território nacional constrói estradas, ferrovias, pontes, açudes e barragens.

A Arma de Engenharia está dividida em Engenharia de Combate e Engenharia de Construção.

A Engenharia de Combate apóia as armas-bases facilitando o deslocamento das tropas amigas, lançando pontes, reparando estradas, eliminando os obstáculos à progressão e, ainda, dificultando o movimento do inimigo. Uma operação de grande envergadura e que depende diretamente da Engenharia é a transposição de cursos de água.

A Engenharia de Construção, em tempo de paz, colabora com o desenvolvimento nacional construindo estradas de rodagem, ferrovias, pontes, açudes, barragens, poços artesianos e inúmeras outras obras.

Por todo o Brasil, a Engenharia abre caminhos, lança trilhos, pereniza rios e efetua travessias. Ela é a arma de apoio ao combate que tem como missão principal apoiar a mobilidade, a contramobilidade e a proteção, caracterizando-se como um fator multiplicador do poder de combate.

Mobilidade é o conjunto dos trabalhos desenvolvidos para proporcionar as condições necessárias ao movimento contínuo e ininterrupto de uma força amiga. Os engenheiros realizam, entre outros, trabalhos de abertura de passagens em obstáculos, de transposição de cursos de água, de navegação em vias interiores, de conservação e reparação de pistas e estradas, de destruição de posições organizadas do inimigo, proporcionando condições para que a manobra tática obtenha rapidamente vantagens sobre a posição do inimigo.

Contramobilidade é o conjunto dos trabalhos que visam deter, retardar ou canalizar o movimento das forças inimigas para, em princípio, contribuir na destruição dessas forças. São trabalhos que proporcionam maior valor defensivo ao terreno, principalmente pela construção de obstáculos de acordo com a intenção do comandante tático, restringindo a liberdade de manobra do inimigo.

Proteção é o conjunto dos trabalhos que visam reduzir ou anular os efeitos das ações do inimigo e das intempéries sobre a tropa e o material, proporcionando abrigo, segurança e bem-estar, e ampliando a capacidade de sobrevivência das forças em campanha. Os engenheiros, em função do conhecimento técnico e de pessoal e material especializados, prestam assistência às tropas em combate ou realizam trabalhos de fortificações, camuflagem e instalações.

O sargento engenheiro destaca-se pela sua autoconfiança e flexibilidade.

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Infantaria (Arma)

(Foto: Em operações aeroterrestes – acervo do Exército)(Foto: O combate na selva – acervo Exército)
             
A Infantaria brasileira tem como missão destruir ou capturar o inimigo, manter o terreno e atuar decisivamente na garantia da lei e da ordem.

Sua característica essencial é a aptidão para o combate a pé, tanto no ataque quando na defesa, em todos os tipos de terreno, em qualquer parte do território nacional e sob quaisquer condições meteorológicas ou de visibilidade.

No ataque, a missão básica da Infantaria é destruir ou capturar o inimigo empregando o fogo, o movimento e a ação de choque.  Na defesa, manter o terreno impedindo, resistindo ou repelindo o ataque inimigo por meio do fogo e do combate aproximado, expulsando-o ou destruindo-o pelo contra-ataque.

Na defesa integrada, participa com as demais forças legais na execução das ações preventivas, repressivas e operativas. Devido às suas características, torna-se instrumento decisivo quando empregada na garantia da lei e da ordem.

Suas unidades distinguem-se por 9 diferentes especialidades: Motorizada,BlindadaParaquedistaLeve (Aeromóvel), de Selva, de Montanha, de Caatinga, de Polícia do Exército, de Guarda.

O sargento infante, além de outros atributos, distingue-se pela iniciativa e rusticidade e os infantes brasileiros podem ser encontrados na Amazônia, no sertão nordestino, nos pampas, nas montanhas, no pantanal, nos montes. Em qualquer lugar, não importa quão longe esteja. Basta que haja uma missão.

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QMB - Quadro de Material Bélico

 (Foto do acervo do Exército)

O Quadro de Material Bélico realiza o apoio logístico voltado para a manutenção do material bélico, principalmente dos armamentos, das viaturas e aeronaves e cuida também do suprimento de peças e conjuntos de reparação destinados a esses materiais. Compete ainda ao QMB o suprimento de combustíveis, óleos, graxas e lubrificantes para motores e máquinas.

A inspiração para a criação do Quadro de Material Bélico (QMB) do Exército veio da historicamente reconhecida eficiência da participação brasileira na II Guerra Mundial.

Segundo estudiosos, a última grande guerra teria sido vencida principalmente pela Logística, cuja eficácia operacional manteve os blindados de Patton e as viaturas de Bradley em estado de permanente disponibilidade, o que resultou na capacidade dos exércitos aliados de manterem seus veículos em funcionamento quase ininterruptamente.

A Força Expedicionária Brasileira pôde comprovar, naquela ocasião, esses exemplares padrões de manutenção e suprimento.

Com o passar do tempo, os exércitos evoluirão na medida em que forem capazes de assimilar a doutrina e a organização modernas, bem como o treinamento e o uso intensivo de tecnologia avançada.

A Logística militar do século ../sessoes/exercito/imagensconteudoI terá como características fundamentais: agilidade, visibilidade, flexibilidade, confiabilidade, previsão e pronta resposta – fruto também de relacionamento com a indústria e a pesquisa.

No Exército Brasileiro, como resposta às necessidades de integração e racionalização, o Departamento Logístico, oriundo da fusão do Departamento de Material Bélico e do Departamento-Geral de Serviços, passa a realizar de forma centralizada todas as funções logísticas (prever, prover e manter) relativas à área do material, por meio de diretorias identificadas com as atividades de suprimento, transporte, mobilização e manutenção.

O Quadro de Material Bélico vem reunindo experiências diversificadas que solidificam seu papel no apoio logístico às operações militares, tomando parte em exercícios de adestramento em todos os rincões do país e contribuindo para a preparação das tropas brasileiras enviadas ao estrangeiro em missões de paz. Igualmente, vem constituindo peça fundamental na supervisão e execução rotineiras de manutenção e fornecimento de suprimentos.


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QAO – Quadro Auxiliar de Oficial

 (Foto do acervo do Exército)

O Quadro Auxiliar de Oficiais (QAO) é formado por militares que atingiram o oficialato após uma carreira como sargentos e subtenentes. São ex-praças, militares de carreira, oriundos das Armas, Quadros e Serviços que ascenderam ao posto de 2o. Tenente por merecimento e poderão galgar postos até chegar a capitão.

Essa distinção é fruto de reconhecimento de incontestáveis méritos e respaldada por destacadas qualidades pessoais e profissionais, todos evidenciados diuturnamente, e pelo apego a uma vida que exige espírito de sacerdócio e inabalável vocação castrense.

Por seu valor e experiência na Força, esses oficiais desempenham funções de chefia, assessoramento e de confiança nas organizações militares. Outras funções privativas do oficial do QAO são encontradas no sistema de serviço militar, onde desempenham importantes tarefas nas Circunscrições e Delegacias de Serviço Militar.

Os oficiais QAO exercem diferentes funções em atividades das áreas de Administração Geral, Material Bélico, Músico, Topógrafo, Serviço de Saúde e Auxiliar de Estado-Maior Pessoal.


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QCO – Quadro Complementar de Oficial

 (Foto do acervo do Exército)


O Quadro Complementar de Oficiais (QCO) é composto por oficiais graduados em universidades civis em diferentes áreas do conhecimento e especializações técnicas necessárias ao Exército e que recebem formação na Escola de Administração do Exército (EsAEx) em Salvador (BA), que matricula anualmente quase uma centena de alunos.

Trazendo para o Exército homens, mulheres e diversas especialidades para emprego em atividades de natureza administrativa e complementar, incrementando significativamente a eficiência da atividade-meio, o QCO foi criado em 02.10.1989.

Seus oficiais servem nas diversas unidades do Exército nos mais longínquos rincões do país nas funções de administradores, que racionalizam processos gerenciais; estatísticos, que assessoram seus superiores com análises de quadros do Exército; professores, que educam os jovens líderes do amanhã; profissionais de informática, que implementam vários sistemas de computação na Força Terrestre; comunicadores sociais, que contribuem para a divulgação da imagem da Força; e ainda advogadospsicólogoscontadores e tantos outros que vêm compartilhando com os demais integrantes da Força os esforços desenvolvidos em prol do cumprimento da missão constitucional do Exército.


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QEM – Quadro de Engenheiros Militares


(Foto: Formatura no IME: adestramento militar dos integrantes do Quadro de Engenheiros Militares – acervo do Exército)

O Quadro de Engenheiros Militares (QEM) é formado por oficiais que cursaram o Instituto Militar de Engenharia (IME) localizado no Rio de Janeiro (RJ). Esses oficiais realizam trabalhos técnicos dentro de suas especialidades em diversos órgãos e instituições. Especialidades como: cartografia, computação, comunicações, eletricidade, eletrônica, fortificação e construção, materiais, mecânica de automóveis, armamento e química.

O Instituto Militar de Engenharia (IME) é o estabelecimento de ensino superior de Engenharia do Exército responsável pela formação e especialização dos oficiais do Quadro de Engenheiros Militares (QEM). Oferece também cursos de formação de mestres e doutores em nove programas de pós-graduação, integrando, em grau elevado, as atividades de ensino e pesquisa.

No Campo de Provas da Marambaia, os engenheiros militares trabalham na comprovação e experimentação técnica dos materiais de interesse do Exército e na avaliação dos itens de material bélico produzidos pela indústria nacional.

Na Diretoria de Serviço Geográfico, que desenvolve atividades relativas à obtenção de informações do terreno, o engenheiro militar, entre outras atividades, trabalha com dados digitais estruturados para sistemas de informações geográficas, elabora cartas topográficas, modelos digitais do terreno, e demarca áreas topográficas.

No Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento, o engenheiro militar realiza, na área de material, pesquisa aplicada e busca de tecnologia de ponta.

No Centro de Avaliações do Exército, o integrante do QEM trabalha avaliando o material de emprego militar, levantando as influências de seu desempenho na doutrina, no pessoal e na logística. Os resultados obtidos na avaliação orientam as tomadas de decisão do Estado-Maior do Exército no que se refere à obtenção de material militar para a Força Terrestre.


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Intendência (Serviço)

(Foto: Material de Campanha – acervo do Exército)(Foto: Depósito de gêneros – acervo do Exército)

O Serviço de Intendência é a parte da logística voltada para as atividades de suprimento. Ele distribui o material de intendência (uniformes, equipamentos individuais, etc.) e os diversos tipos de munição e de gêneros alimentícios. Proporciona também, em operações, outros serviços como lavanderia e banho. Nas organizações militares os intendentes assessoram os comandantes na administração financeira e na contabilidade.

Incansável e tenaz, a Rainha da Logística realiza um serviço cotidiano e ininterrupto, transportando, suprindo e alimentando. A satisfação da tropa apoiada é o seu maior objetivo. Por isso mesmo, é respeitada e admirada pela sua capacidade de trabalho.

A evolução do material de Intendência é essencialmente dinâmica. Estudos são realizados permanentemente com o objetivo de aperfeiçoá-lo.

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SAREx – Serviço de Assistência Religiosa

 (Foto: Arcebispo Militar acompanhado de alguns Capelães – acervo do Exército)

O Serviço de Assistência Religiosa (SAREx) é formado por ministros das religiões católica e evangélica. Os padres e pastores integram o Quadro de Capelães Militares após um estágio de adaptação iniciado na Escola de Administração do Exército (EsAEx) e concluído em diversas organizações militares. Iniciam a carreira como 2º tenente, podendo atingir até o posto de coronel.

Os soldados precisam muito de Deus. Difícil é a vida daquele que tem como ofício a guerra, fazendo-a ou evitando-a. Às vezes, as tropas precisam reordenar situações de caos, restabelecer a civilização, pôr fim às divergências e aos ressentimentos. Uma árdua tarefa, como se pode notar. Algo que exige força descomunal, uma palavra consoladora que vem da religião.

Hoje, no Brasil, há um Ordinariato Militar, uma verdadeira diocese com seu bispo, sua catedral, seu seminário, seu clero, sua cúria, suas pastorais. Existe um acordo firmado entre a Santa Sé e o governo brasileiro que regula o funcionamento da Arquidiocese Militar do Brasil no âmbito das Forças Armadas e Forças Auxiliares, sediada em Brasília.

  Graças ao trabalho dos capelães militares, as tropas podem contar em todas as circunstâncias com a assistência espiritual tão necessária para o entendimento da existência humana e para a crença em uma vida futura junto a Deus.

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Saúde – Serviço de Saúde

 (Foto do acervo do Exército)

O Serviço de Saúde preocupa-se com o estado de saúde dos militares do Exército, em combate ou não. As organizações militares possuem uma Seção de Saúde, com médicosdentistas enfermeiros, onde tem início o apoio médico-odontológico.

Os hospitais gerais e os de guarnição acolhem os enfermos mais graves dando prosseguimento à sua recuperação e evacuação até ao Hospital Central do Exército.

Os profissionais de carreira passam pela Escola de Saúde do Exército, no Rio de Janeiro (RJ). O Sistema de Saúde do Exército, responsável por prover assistência médico-hospitalar a militares e seus dependentes seja em tempo de paz ou de guerra, também possui como encargos a seleção dos que irão integrar o corpo de médicos, odontólogos e farmacêuticos; a manutenção do material de saúde; e a medicina preventiva para seus beneficiários.

É estruturado em 545 seções de Saúde instaladas em organizações militares da Força; 23 postos médicos de Guarnição; quatro policlínicas militares; 15 hospitais de Guarnição; 11 hospitais-gerais e ainda o Hospital Central do Exército.

Além da Escola de Saúde do Exército encarregada da formação de pessoal de Saúde,  merecem destaque o Instituto de Biologia do Exército - encarregado das pesquisas biológicas, e o Laboratório Químico Farmacêutico do Exército - encarregado da produção de medicamentos.


A estrutura é complementada pelo Fundo de Saúde do Exército responsável pelos contratos e credenciamentos com organizações civis e profissionais autônomos da área de Saúde.

Inovações na área médica

Foram criados, nos últimos anos, nas diversas organizações militares de Saúde, serviços de neonatologia, unidades de tratamento intensivo, unidades coronarianas, centros de recuperação cardiológica, entre outros. Também foram adquiridos equipamentos de tecnologia de ponta, capacitando as organizações militares de saúde (OMS) a realizar microcirurgia oftalmológica, tomografia computadorizada, ultra-sonografia, endoscopia, densitometria óssea, ressonância magnética e medicina nuclear.

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