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Exército Brasileiro
Patronos do Exército Brasileiro
(Fonte: www.cdocex.eb.mil.br)


"O termo Patrono, tomado do latim, expressa, no entendimento castrense, a figura do chefe notório, cujo nome, só de ser lembrado, fortalece os espíritos, redobra a coragem, inspira o heroísmo, elimina o abatimento e clareia o mundo". (Extraído do NE Nr 9540, de 10 de maio de 1999).



Patrono do Exército Patrono da Infantaria Patrono da Cavalaria Patrono da Artilharia Patrono da Engenharia


Patrono da Intendência Patrono das Comunicações Patrono do Material Bélico Patrono da Engenharia Militar Patrono do Serviço de Saúde


Patrono do Serviço de Veterinária Patrono do Magistério de Exército Patrono do Quadro Auxiliar de Oficiais Patrono da Assistência Religiosa Patrono do Quadro Complementar de Oficiais



Patrono do Exército: Duque de Caxias
Patrono da Infantaria: Brigadeiro Antonio de Sampaio
Patrono da Cavalaria: Marechal Manoel Luiz Ozório
Patrono da Artilharia: Marechal Emílio Luiz Mallet
Patrono da Engenharia: Tenente Coronel Carlos de Villagran Cabrita
Patrono da Intendência: Marechal Carlos M. Bittencourt
Patrono das Comunicações: Marechal Cândido Rondon
Patrono do Material Bélico: Marechal Carlos Antônio Napion
Patrono da Engenharia Militar: Marechal Ricardo Franco de A. Serra
Patrono do Serviço de Saúde: General de Brigada Médico João Severiano da Fonseca
Patrono do Serviço de Veterinária: Tenente Coronel João Muniz Barreto de Aragão
Patrono do Magistério de Exército: Marechal Roberto Trompowsky
Patrono do Quadro Auxiliar de Oficiais: Tenente Antônio João Ribeiro
Patrono da Assistência Religiosa: Capitão Capelão Frei Orlando
Patrono do Quadro Complementar de Oficiais: Maria Quitéria de Jesus

 



  • Patrono do Exército: Duque de Caxias

 Marechal-de-Exército Luís Alves de Lima e Silva - Duque de Caxias

 

Luís Alves de Lima e Silva, Duque de Caxias, Patrono do Exército Brasileiro (25 de agosto – Dia do Soldado)

 

Patrono do Exército Brasileiro (25.08.1803 – 07.05.1880), Duque de Caxias nasceu na Fazenda de São Paulo, Vila de Porto de Estrela, na Baixada Fluminense, Rio de Janeiro. Em 22.11.1808 assentou praça como cadete no 1º Regimento de Infantaria, ingressando, posteriormente, na Academia Real Militar.

Tenente, integrou o recém-criado Batalhão do Imperador como Ajudante e, com ele, recebeu o batismo de fogo em 03.05.1823 nas lutas pela independência na Bahia, quando pode revelar excepcionais qualidades de iniciativa, comando, inteligência e bravura.


Como Capitão, ainda com o Batalhão do Imperador, participou da Campanha da Cisplatina. Em 02.12.1839, já Coronel, passou a encarnar a auréola de Pacificador e Símbolo da Nacionalidade ao ser nomeado Presidente da Província do Maranhão e Comandante-Geral das Forças em Operações para debelar a "Balaiada". Após, recebeu o título de Barão de Caxias e a promoção a Brigadeiro. Também pacificou São Paulo e Minas Gerais, em 1842, razão por que foi promovido a Marechal-de-Campo graduado.

Em fins de 1842 foi nomeado Presidente e Comandante-em-Chefe do Exército em operações no Rio Grande do Sul para combater a Revolução Farroupilha que já durava 8 anos. Ao término da Revolução foi efetivado como Marechal-de-Campo, eleito Senador pelo Rio Grande do Sul e distinguido com o título de Conde.

Em 1851 é novamente nomeado Presidente e Comandante-em-Chefe do Exército do Sul, desta feita para lutar contra Oribe, no Uruguai, e, logo a seguir, contra Rosas, na Argentina. Vitorioso mais uma vez, foi promovido a Tenente-General e elevado à dignidade de Marquês. 


Em 16.06.1855 foi Ministro da Guerra e, em 1856, Presidente do Conselho de Ministros, ambos pela primeira vez.


Em 10.10.1866 foi nomeado Comandante-em-Chefe das Forças do Império em operações contra as tropas do ditador Lopez, do Paraguai, sendo efetivado no posto de Marechal-de-Exército, assumindo, em 10.02.1867, o Comando-Geral das forças em operações, em substituição ao General Mitre, da Argentina. Segue-se uma série de retumbantes vitórias, em Itororó, Avaí e Lomas Valentinas; a rendição de Angustura e a entrada em Assunção - quando considerou encerrada a gloriosa Campanha por ele comandada. "Pelos relevantes serviços na Guerra do Paraguai" o Imperador lhe concedeu o título de Duque em 23.03.1869.


Caxias foi Ministro da Guerra e Presidente do Conselho de Ministros por mais duas vezes, a última de 1875 a 1878. Faleceu na Fazenda Santa Mônica, nas proximidades do Município de Vassouras, no Estado do Rio de Janeiro, sendo o seu corpo conduzido para a cidade do Rio e enterrado no Cemitério do Catumbi. Hoje, os restos mortais do Patrono do Exército e os de sua esposa jazem no mausoléu defronte do Palácio Duque de Caxias, no Centro do Rio de Janeiro.


PARA UM GRANDE EXÉRCITO - UM GRANDE PATRONO 


Luís Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias, é o insigne Patrono do Exército Brasileiro, que o reverencia na data de seu nascimento - 25 de agosto - "Dia do Soldado".


Caxias pacificou o Maranhão, São Paulo, Minas Gerais e o Rio Grande do Sul, províncias assoladas no século passado por graves rebeliões internas, pelo que recebeu o epíteto de "O Pacificador"; comandou Exércitos em três campanhas externas: na mais difícil delas, quando em Lomas Valentinas, no ano de 1868, tomado de justo orgulho, bradou aos seus soldados: "O Deus dos Exércitos está conosco. Eia! Marchemos ao combate, que a vitória é certa, porque o General e amigo que vos guia, ainda até hoje não foi vencido!".


Caxias organizou o Exército Brasileiro, fez-se político, governou províncias e o próprio Brasil, pois foi Presidente do Conselho de Ministros por três vezes. Não apenas por tudo isso, "O Pacificador" foi o vulto mais exponencial de seu tempo, chamando-lhe os apologistas de "O Condestável do Império".


O saudoso e venerando jornalista Barbosa Lima Sobrinho o cognomina de "O Patrono da Anistia" e o povo brasileiro, em espontânea consagração, popularizou o vocábulo "caxias", com o qual são apelidados os que cumprem, irrestritamente, os seus deveres...


Marechal do Exército, Conselheiro de Estado e da Guerra, Generalíssimo dos Exércitos da Tríplice Aliança, Barão, Conde, Marquês, Duque, Presidente de Províncias, Senador, três vezes Ministro da Guerra, três vezes Presidente do Conselho de Ministros, o "Artífice da Unidade Nacional", eis Caxias, Patrono do glorioso e invicto Exército Brasileiro! 


O inesquecível sociólogo Gilberto Freyre, no reconhecimento das excelsas virtudes do Duque de Caxias, assim se expressou "Caxiismo não é conjunto de virtudes apenas militares, mas de virtudes cívicas, comuns a militares e civis. Os "caxias" devem ser tanto paisanos como militares. O caxiismo deveria ser aprendido tanto nas escolas civis quanto nas militares. É o Brasil inteiro que precisa dele"...


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  • Patrono da Infantaria

 Brigadeiro Antonio de Sampaio


Brigadeiro Antônio de Sampaio,  Patrono da Arma de Infantaria (24 de maio - Dia da Infantaria)


Nasceu em 24.05.1810 em Tamboril, antiga Capitania do Ceará. Antonio de Sampaio participou das lutas contra os cabanos, balaios, praieiros e farroupilhas ainda nos primeiros postos de sua carreira. Recebeu as insígnias de Brigadeiro por sua bravura na Campanha do Uruguai, atingindo o Generalato à custa de sua espada invicta.

 

Rumou em 1866 para a Campanha da Tríplice Aliança no comando da 3ª Divisão, que viria a ser conhecida como "Divisão Encouraçada" tal o vigor de verdadeira muralha contra os projéteis inimigos. Confluência, Estero Bellaco e Tuiuti constituíram-se em seqüência de feitos gloriosos do intrépido Comandante.

 

Em 24.05.1866, nos campos de Tuiuti, foi ferido por três vezes na batalha, o  que lhe  viria roubar a vida semanas mais tarde, levando Antonio de Sampaio a conquistar os louros da consagração como herói nacional, Patrono da Infantaria Brasileira.
(Extraído do NE Nr 9.118, de 24.05.1966)


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  • Patrono da Cavalaria

 

 Marechal Manoel Luiz Ozório

 

Manoel Luís Osório, Patrono da Arma de Cavalaria  (10 de maio - Dia da Cavalaria)


Manoel Luís Osório, o Marquês do Herval,  nasceu em 10.05.1808 na Vila de Nossa Senhora da Conceição do Arroio, hoje Município de Osório, no Rio Grande do Sul. Desde pequeno, Osório adquiriu gosto pela vida em campanha, percorrendo os pampas, vadeando arroios e se esmerando nas cavalgadas.


Foi depois da Independência do Brasil que o adolescente Osório, com apenas 15 anos, ingressou voluntariamente nas fileiras da Cavalaria da Legião de São Paulo. Na situação de Praça-de-Pé, defrontou-se com tropas lusitanas estacionadas na Província do Rio Grande do Sul e teve seu batismo de fogo, às margens do arroio Miguelete, durante uma missão de patrulha. Daí para frente, participou da Revolução Farroupilha, das Campanhas contra Oribe do Uruguai e Rosas, da Argentina e da Guerra da Tríplice Aliança.


O Patrono da Cavalaria Brasileira deixou-nos, após o combate do Passo da Pátria, sua frase mais célebre: "É fácil a missão de comandar homens livres; basta mostrar-lhes o caminho do dever".


Nos quartéis da Cavalaria Brasileira continua a se ouvir o toque de clarim criado em sua homenagem, “Aí vem Manoel Luís", que anuncia, a cada 10 de maio, a chegada do bravo General,  altivo em seu cavalo, passando em revista à tropa e lembrando-lhe que a glória é a única recompensa dos heróis. 
(Extraído do NE Nr 9.540, de 10.05.1999)


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  • Patrono da Artilharia

 

 Marechal Emílio Luiz Mallet


Emílio Luiz Mallet, Patrono Da Artilharia (10 de Junho - Dia da Artilharia)


Em 10 de junho de 1841, nascia na cidade de Dunquerque, França, o Marechal Emílio Luiz Mallet, Barão de Itapevi.


Teve seu batismo de fogo na batalha do Passo do Rosário, durante a Guerra da Cisplatina. Como Capitão, participou das guerras contra Oribe, do Uruguai e Rosas, da Argentina, em 1851 - 1852.


Durante a Guerra da Tríplice Aliança comandou o 1º Regimento de Artilharia a Cavalo - "o Boi de Botas", tropa dotada de tal eficiência e rapidez, que foi apelidada de "Artilharia - Revólver". Pressentindo um provável ataque da Cavalaria paraguaia, quando da batalha de Tuiuti, determinou que se construísse um fosso largo e profundo à frente da Artilharia que comandava. Naquela sangrenta batalha, ao proferir a célebre frase, "E eles que venham, por aqui não passam!", já antevia a inexpugnabilidade de sua posição e o êxito que lograria ao repelir o ataque paraguaio.


Faleceu no Rio de Janeiro em 1886. Seus restos mortais repousam, atualmente, no Memorial erigido em sua homenagem no 3º Grupo de Artilharia de Campanha Autopropulsado, o "Regimento Mallet", sediado em Santa Maria (RS).


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  • Patrono da Engenharia

 

 Tenente Coronel Carlos de Villagran Cabrita


João Carlos De Villagran Cabrita, Patrono da Engenharia (10 de abril - Dia da Engenharia)


O Tenente-Coronel João Carlos de Villagran Cabrita nasceu a 30.12.1820 na Província Cisplastina (atual Uruguai), à época, anexada ao território brasileiro. Assentou praça em 13.01.1840 e foi matriculado na Escola Militar da Corte, sendo declarado Alferes a 02.12.1840.


Assumiu o comando interino do Batalhão de Engenheiros no dia 24.07.1865, em pleno curso da Guerra da Tríplice Aliança.


A participação dessa Unidade foi decisiva para o sucesso da transposição do rio Paraná pelas Forças Aliadas nos primeiros dias de abril de 1866. No dia 10.04.1866, na Ilha de Redenção, quando redigia a parte da vitória, foi atingido por um obus paraguaio, vindo a falecer. 
(Extraído do NE Nr 9.527, de 10.04.1999) 


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  • Patrono da Intendência

 

 Marechal Carlos M. Bittencourt

 

Carlos Machado Bitencourt, Patrono do Quadro de Intendência (12 de abril - Dia do Intendente)


O Marechal Carlos Machado Bitencourt nasceu a 12.04.1840, em Porto Alegre (RS). Assentou praça no 13º Batalhão de Infantaria  em 1º.01.1857. A partir daí, foram quase 41 anos de relevantes serviços prestados ao Exército e à Pátria.


Dos encharcados campos de batalha da Guerra da Tríplice Aliança ao abrasador sertão baiano, na Campanha de Canudos, evidenciou abnegação, bravura, competência, liderança e senso de organização, entre outros atributos.


Como Ministro da Guerra, regularizou pessoalmente o fluxo logístico em apoio às forças que operavam contra o arraial de Antônio Conselheiro. Graças a isso, aquele foco insurrecional foi debelado menos de dois meses após sua chegada à região de operações. Não apenas por tudo isso, Carlos Machado Bitencourt é o Patrono do Serviço de Intendência. 
(Transcrito do NE Nr 9.528, de 12.04.1999) 


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  • Patrono das Comunicações

Marechal Cândido Rondon

 

Cândido Mariano da Silva Rondon, Patrono das Comunicações  (05 de maio - Dia das Comunicações)


No dia 05.05.1865, nasceu na cidade de Mimoso, hoje Mato Grosso do Sul, Cândido Mariano da Silva Rondon, o Patrono das Comunicações. Rondon concluiu os estudos elementares em Cuiabá. Nessa cidade, depois de formar-se  professor primário, ingressou no Exército como soldado. Foi admitido, em 1881, na Escola Militar da Praia Vermelha, no Rio de Janeiro, onde foi declarado alferes-aluno em 1888.

 

Bandeirante do século XX, conduziu expedições aos recantos mais afastados do país, ligando-os, por via telegráfica, aos grandes centros urbanos. Dirigiu, ainda, o Serviço de Proteção ao Índio, origem da atual Funai.


O reconhecimento de sua obra extrapolou as fronteiras do Brasil, pelo que obteve a glória de ter o seu nome inscrito no "Livro da Sociedade de Geografia de Nova Iorque" ao lado de quatro dos maiores exploradores da história da humanidade.


Galgou todos os postos da hierarquia militar, até o posto de Marechal por ato do Congresso Nacional no ano de 1955. Morreu no Rio de Janeiro, aos 92 anos de idade, no dia 19.01.1958. 
(Extraído do NE Nr 9.538, de 05.05.1999


Nota da DPV: Descendente de índios terena, bororo e guaná, Rondon foi grande defensor dos indígenas brasileiros e teve uma vida inteiramente dedicada à sua Pátria, aos índios, às comunicações e à exploração pacífica, humanitária e civilizadora dos trópicos. Seu lema era "Morrer, se preciso for. Matar nunca". Consta que, em seu leito de morte, já cego e enfermo há meses, o Marechal, num domingo de céu azul em Copacabana (RJ) depois de receber a extrema-unção, voltou-se para seu médico e proferiu suas últimas palavras: "Viva a República! Viva a República!".


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  • Patrono do Material Bélico

 

Marechal Carlos Antônio Napion


Carlos Antônio Napion, Patrono do Quadro de Material Bélico (30 de Outubro - Dia do Material Bélico)


Nascido em Turim, na Itália, o Tenente-General Carlos Antônio Napion, desde a sua vinda para o Brasil acompanhando a Família Real, dedicou-se à missão de organizar os estabelecimentos destinados à fabricação e recuperação de material bélico.


Homem de extrema capacidade intelectual e com espírito empreendedor, Napion dirigiu a Real Fábrica de Pólvora da Lagoa Rodrigo de Freitas e o Arsenal Real do Rio de Janeiro (origem do atual Arsenal de Guerra, sediado na capital carioca).

A última missão de Napion foi o comando da Real Academia Militar, embrião da Academia Militar das Agulhas Negras.
(Transcrito do NE Nr 9614, de 30.10.1999)


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  • Patrono da Engenharia Militar

 Marechal Ricardo Franco de A. Serra


Ricardo Franco de Almeida Serra, Patrono do Quadro de Engenheiros Militares (03 de agosto - Dia do Quadro de Engenheiros Militares)


Filho de um funcionário subalterno das Cortes portuguesas, nasceu no ano de 1748 em Portugal. Em 1762 ingressou na Academia Militar concluindo em 1766 os cursos de Engenharia e Infantaria. Em 1795, após 15 anos de Brasil, sempre trabalhando em regiões inóspitas, sem um único período de repouso ou de férias, já Tenente-Coronel, apresentava trabalhos como: a conclusão das obras do Forte Príncipe da Beira, a conclusão do Quartel dos Dragões em Vila Bela e a  construção do Forte de Coimbra.


No campo da cartografia, foi o maior responsável pela quase totalidade dos documentos da época relativos às nossas regiões Norte e Oeste.


Durante muitos anos permaneceu no comando de fronteiras do Sul, no Forte de Coimbra, onde, em 1801, empreendeu  a heróica e vitoriosa defesa daquela fortificação contra o ataque de poderosa força espanhola.

Faleceu em 21.01.1809 no comando do mesmo Forte de Coimbra que havia construído e ajudara a defender. 


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  • Patrono do Serviço de Saúde

 General de Brigada Médico João Severiano da Fonseca


João Severiano da Fonseca, Patrono do Serviço de Saúde (27  de maio - Dia do Serviço de Saúde)


Nascido a 27.05.1836 à beira da lagoa Manguaba na cidade de Alagoas, atualmente Marechal Deodoro. Diferentemente dos irmãos militares, como Manuel Deodoro - o Proclamador da República, optou pela carreira médica e somente depois de formado incorporou-se ao Exército.

Homem de letras, o General João Severiano escreveu sobre medicina, geografia, história e etnologia.


Na condição de militar, cumpriu missões de importância como as de Diretor do Hospital Militar da Corte, Chefe do Corpo de Saúde do Exército, Consultor de Medicina Geral do Conselho Supremo de Justiça e Professor do Colégio Militar do Rio de Janeiro; foi também Senador da República.


João Severiano  participou das campanhas do Uruguai e da Tríplice Aliança. Na batalha de Tuiuti cooperou, decisivamente, para o êxito dos aliados atuando nas trincheiras. Grande exemplo, grande Patrono do Serviço de Saúde.
(Extraído do NE Nr 9.548, de 27.05.1999)


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  • Patrono do Serviço de Veterinária

 

 Tenente Coronel João Muniz Barreto de Aragão


João Muniz Barreto de Aragão, Patrono do Serviço de Veterinária do Exército (17 de junho - Dia do Serviço de Veterinária do Exército)


Nascido a 17.06.1874 na província baiana de Santo Amaro, João Muniz Barreto de Aragão ingressou no Quadro de Médicos do Exército em 1901. Em seus 21 anos de vida castrense, destacou-se por seus inúmeros trabalhos de pesquisa e por haver integrado, voluntariamente, as equipes médicas que operaram em Canudos, prestando serviços nos hospitais de sangue até o desfecho do conflito.


Seu maior mérito, no entanto, foi o de haver implantado o Serviço de Veterinária no início do século XX como resposta às alarmantes epidemias e problemas sanitários que afetavam igualmente a tropa e os animais.


Muniz de Aragão, falecido precocemente aos 48 anos de idade, é o Patrono do Serviço de Veterinária do Exército desde 1940. 
(Extraído do NE Nr 9.556, de 17.06.1999)


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  • Patrono do Magistério de Exército

 

 Marechal Roberto Trompowsky


Roberto Trompowsky Leitão de Almeida, Patrono do Quadro do Magistério do Exército  (08 de fevereiro - Dia do Magistério do Exército)


Nascido em Desterro, atual Florianópolis, em 08.02.1853, ingressou no Exército em dezembro de 1869, assentando praça como voluntário no 1º Batalhão de Artilharia a Pé. Destinado à Escola Militar, ali atingiu o oficialato e graduou-se doutor em Ciências Físicas e Matemáticas no ano de 1876.


Foi docente na Escola Militar da Corte e exerceu em caráter interino os comandos do Colégio Militar do Rio de Janeiro e da Escola Militar da Praia Vermelha.


A proficiência evidenciada nas lides do magistério o levaram a participar da comissão que propôs reformas e produziu uma nova legislação para as escolas do Exército. Mais tarde, como Oficial-General, comandou duas Brigadas no Rio Grande do Sul e foi nomeado inspetor de ensino militar, sua última comissão no serviço ativo, que deixou em 1919 no posto de Marechal. Faleceu no Rio de Janeiro em 02.08.1926.
(Transcrito do NE Nr 9.501, de 08.02.1999)


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  • Patrono do Quadro Auxiliar de Oficiais

 

 Tenente Antônio João Ribeiro


Antônio João Ribeiro, Patrono do Quadro Auxiliar de Oficiais (24 de novembro - Dia do Quadro Auxiliar de Oficiais)


Antônio João nasceu em 24.11.1823 na então Província de Mato Grosso. Assentou praça em 6.03.1841 e, após galgar todas as graduações, atingiu o Oficialato como Tenente de Cavalaria. Desempenhou missões de campo, diligências, batidas a índios bravios e tarefas similares, servindo em diversos destacamentos de fronteira ou do interior de Mato Grosso.


Antônio João passou à História pela heróica resistência que, à frente de 14 homens, impôs a uma coluna de 200 soldados paraguaios na defesa da Colônia Militar de Dourados, quando - coerente com o compromisso de honra do soldado, não trepidou em sacrificar a própria vida pela honra do Brasil.


Pelo muito que inspira e transmite de nobreza de sentimentos e valores morais, a lembrança desse insigne brasileiro serve de exemplo a todo cidadão. 
(Extraído do NE Nr 8.334, de 24.11.1991)    


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  • Patrono da Assistência Religiosa

 Capitão Capelão Frei Orlando


Antônio Álvares da Silva (Frei Orlando), Patrono do Serviço de Assistência Religiosa (13 de fevereiro - Dia do Serviço de Assistência Religiosa)


Nascido no dia 13.02.1913 em Morada Nova, Município de Abaeté (MG), foi registrado e batizado com o nome de Antônio Álvares da Silva. Ordenado frade franciscano em 1937,  passou a ser conhecido como Frei Orlando.


Em pleno curso da 2ª Guerra Mundial, assumiu, em 1944, a função de Capelão Militar no 11º Regimento de Infantaria seguindo para a Itália com a FEB. De acentuado zelo pastoral, procurava permanecer sempre junto à tropa, à frente do combate. E foi no cumprimento do dever de sacerdote que faleceu, tragicamente, a 20.02.1945, em Bombiana, vítima de disparo acidental da arma de um "partisan" italiano.


Em pouco menos de um ano de caserna, Frei Orlando evidenciou de forma inquestionável virtudes como abnegação, destemor e patriotismo, tornando-se, assim, modelo para todos aqueles que cumprem a relevante missão de levar o amor de Deus aos seus fiéis. 
(Extraído do NE Nrº 9.503, 13.02.1999)


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  • Patrono do Quadro Complementar de Oficiais

 Maria Quitéria de Jesus

Maria Quitéria de Jesus, Patrono do Quadro Complementar de Oficiais (QCO) (02 de Outubro - Dia do QCO) 


Maria Quitéria de Jesus nasceu na pequena localidade de São José da Itapororocas, no interior baiano. Mulher do Recôncavo, hábil no manejo das armas de fogo e na prática da caça, disfarçou-se de homem e assentou praça em um Regimento de Artilharia para lutar contra os portugueses nos conflitos que se seguiram à Proclamação da Independência do Brasil.


Transferida posteriormente para a Infantaria, Maria Quitéria integrou-se ao "Batalhão de Voluntários do Príncipe D. Pedro", também conhecido como "Batalhão dos Periquitos" devido à cor verde das golas e dos punhos dos uniformes de seus integrantes. Era conhecida como "soldado Medeiros", sobrenome com que se apresentou para a guerra.

Também conhecida como "Heroína da Independência", Maria Quitéria foi instituída Patrono do Quadro Complementar de Oficiais mediante Decreto assinado em 28.06.1996 e publicado no Diário Oficial da União em 1º de julho daquele ano.
(Extraído do NE Nr 9.602, de 02.10.1999)


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